Persona

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por Claudio Willer

A idade do cinema: nenhuma outra expressão caracteriza de modo melhor essa geração a conjurar por todos os meios a imagem horrível das guerras, jogando-se sobre tudo aquilo de que a privavam a disciplina militar e a moral imposta. Para prestar contas do espírito que os animava, a seus camaradas e a ele naquele momento, Aragon assegura ao colecionador Jacques Doucet, em 1922: “A idéia que toda uma geração se fez do mundo formou-se no cinema, e foi um filme que a resume, um seriado. Uma juventude se apaixonou por Musidora em Les Vampires.”
Henri Béhar em André Breton – Le grand indésirable

Persona

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CLAUDIO WILLER é poeta, ensaísta e tradutor, ligado à criação literária mais rebelde, ao surrealismo e geração beat. Acaba de lançar Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico (L&PM, 2014). Outras publicações recentes: Manifestos, 1964-2010, (Azougue, 2013), Um obscuro encanto: gnose, gnosticismo e poesia (Civilização Brasileira, 2010); Geração Beat (L&PM Pocket, 2009); Estranhas Experiências, poesia (Lamparina, 2004). Traduziu Lautréamont, Allen Ginsberg, Jack Kerouac e Antonin Artaud. Mais em http://claudiowiller.wordpress.com/about .
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